Adorei tudo. Especialmente o ar 70's das construções e cores da cidade. Espero voltar logo!
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Porto Alegre
Coloquei as fotos da viagem no meu Flickr. Mas segue uma pequena amostra aqui:
Pôr do sol no Guaíba.
Livros na feira.
Dodô no Porão do Beco.
No Parque da Redenção.
Adorei tudo. Especialmente o ar 70's das construções e cores da cidade. Espero voltar logo!
Adorei tudo. Especialmente o ar 70's das construções e cores da cidade. Espero voltar logo!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Petit Gâteau
Depois que comi o MELHOR petit gâteau de toda mi vida em Porto Alegre, resolvi que iria eu mesma em busca do pequeno bolo perfeito. Tentei essa receita. Ficou ótimo, mas o de Porto Alegre estava mais sequinho por fora. Seguirei tentando.
Bom, tradicionalmente, a sobremesa consiste em juntar o bolinho com uma bola de sorvete de creme e calda de chocolate. Eu, que não sou muito fã de sorvete de creme ("sorvete só de chocolate, tio!") e gosto mesmo é do bolo, como puro mesmo. Dei para a moça que faz faxina aqui em casa provar e ela gostou. Maridón também. Então, receita aprovada, vamos a ela.
Ingredientes:
200g de chocolate meio amargo (usei da Nestlé, mesmo) bem picado
2 colheres de sopa de manteiga
50g de açúcar peneirado
2 colheres de sopa de farinha de trigo peneirada
2 claras batidas em neve
4 gemas peneiradas
manteiga para untar as forminhas
Nescau (ou outro achocolatado em pó) para untar as forminhas
Modo de fazer:
Em banho maria, derreta o chocolate e a manteiga. Quanto mais o chocolate estiver picado, mais rápido ele vai derreter (lembremo-nos do Professor Wendel, ensinando química e dizendo que quanto maior a superfície de contato, maior a velocidade da reação). Tire do fogo, acrescente o açúcar peneirado e misture. Coloque e mexa as claras em neve e depois as gemas peneiradas. Por fim, acrescente e misture a farinha de trigo também peneirada. Vai ficar assim:
Aí é só colocar a massa em forminhas untadas com manteiga e achocolatado em pó (nunca unto nenhuma forma para doce com farinha, sempre com chocolate ou açúcar, fica bem mais gostoso) e mandar pro forno. Eu pré-aqueci o meu a 230º. Agora, quanto ao tempo de cozimento, sinceramente, esqueci de contar. Mas você pode saber se está bom abrindo o forno e cutucando com uma colherzinha. Se já estiver soltando fácil e não muito úmido, está ok. Como esse bolo não leva fermento, não tem problema abrir o forno, que não vai solar. Eu usei aquelas forminhas de empada (foram 12 delas) porque não tinha as de petit gâteau. Vou ali comer mais um antes de me arrumar pra estreia da Coordenadas de Verão.
Sobre Porto Alegre, nesse feriado vou colocar as fotos no flickr, aí o diarinho será concluído. ;-)
sábado, 14 de novembro de 2009
Diarinho Porto Alegre
Ontem acabou que choveu quase o dia todo, mas no meio da tarde deu uma boa estiada e voltou a chuviscar no final do dia.
Almoçamos com Hermes, Arlise, Ana, Verônica e mais muitas pessoas. Nesse almoço comi o MELHOR bolo de chocolate de todaminhavida na sobremesa. Até pedi a receita pro chef. :-p
Depois, corremos para o bate-papo com o Dodô na Casa do Pensamento, na Feira. Foi bem legal, estava cheio e ele mandou muito bem. A Rocco ainda mandou vários livros dele para serem vendidos ali na hora, inclusive o dificílimo de encontrar "Pessoas do Século Passado". Acabando o bate-papo, nosso querido Hermes nos ciceroneou maravilhosamente numa visita ao Mercado Público. O prédio é muito bonito, os artigos vendidos são da turma dos 3 B's, como dizia minha avó: "bons, bonitos e baratos". Compramos linguiça cortada na faca e a cuia de chimarrão que minha mãe pediu. Bancas de vinis raros, música ao vivo e debates acalorados acontecendo no local. Porto Alegre, sim, é uma cidade cultural. Compramos pêssegos. Os meninos se deliciaram. Eu, nem tanto, como só a bela foto tirada desse momento ímpar poderá mostrar em breve.
Depois voltamos à Feira para deixar o peso todo das compras e fomos encontrar o Vitor na instalação "Absurdos", da Bienal do Mercosul. A instalação é bem interessante. Vale a visita. Fora o bate-papo, que foi excelente. Com direito à constatação de que o mundo ama o Rio, os cariocas ainda duvidam um pouco do próprio amor (com razão, creio eu). E consegui ver o pôr do sol do Guaíba. Sensação de ser ainda menor perto de tanto. Cariocas todos fossem, palmas bateriam (como no Posto 9).
Fomos, então para o Shopping Moinhos, encontrar o Fabrício e ver um pouco da cidade. Minha primeira impressão de que a cidade se parece com São Paulo mas é mais arborizada veio a baixo. Em algumas partes do Centro, isso até é verdade. Mas no resto, parece mesmo é com Buenos Aires, mi querida ciudad. Bela: prédios antigos bem conservados, muitas árvores e lugares bem produzidos. O shopping Moinhos é micro, mas tem uma loja da Farm enorme, a quem interessar possa.
Jantamos, isso lá para as 23h, no famoso Ateliê de Massas. Super bem decorado, com uma variedade louca de antepastos e uma massa bem caseirinha. Recomendo.
Hoje a programação tem Fundação Iberê Camargo, mais Feira, passeio pela Padre Chagas, Sul Bazar, MARGS, cerveja na Cidade Baixa, Porão do Beco (onde Dodô vai discotecar) e mais o que puder acontecer.
Tô com muita preguiça de tirar as fotos da câmera, principalmente porque estou usando o mac do Dodô, e, como se sabe, acho mac um saco, então prefiro evitar a fadiga. Fotos só no Rio. Avisarei.
Almoçamos com Hermes, Arlise, Ana, Verônica e mais muitas pessoas. Nesse almoço comi o MELHOR bolo de chocolate de todaminhavida na sobremesa. Até pedi a receita pro chef. :-p
Depois, corremos para o bate-papo com o Dodô na Casa do Pensamento, na Feira. Foi bem legal, estava cheio e ele mandou muito bem. A Rocco ainda mandou vários livros dele para serem vendidos ali na hora, inclusive o dificílimo de encontrar "Pessoas do Século Passado". Acabando o bate-papo, nosso querido Hermes nos ciceroneou maravilhosamente numa visita ao Mercado Público. O prédio é muito bonito, os artigos vendidos são da turma dos 3 B's, como dizia minha avó: "bons, bonitos e baratos". Compramos linguiça cortada na faca e a cuia de chimarrão que minha mãe pediu. Bancas de vinis raros, música ao vivo e debates acalorados acontecendo no local. Porto Alegre, sim, é uma cidade cultural. Compramos pêssegos. Os meninos se deliciaram. Eu, nem tanto, como só a bela foto tirada desse momento ímpar poderá mostrar em breve.
Depois voltamos à Feira para deixar o peso todo das compras e fomos encontrar o Vitor na instalação "Absurdos", da Bienal do Mercosul. A instalação é bem interessante. Vale a visita. Fora o bate-papo, que foi excelente. Com direito à constatação de que o mundo ama o Rio, os cariocas ainda duvidam um pouco do próprio amor (com razão, creio eu). E consegui ver o pôr do sol do Guaíba. Sensação de ser ainda menor perto de tanto. Cariocas todos fossem, palmas bateriam (como no Posto 9).
Fomos, então para o Shopping Moinhos, encontrar o Fabrício e ver um pouco da cidade. Minha primeira impressão de que a cidade se parece com São Paulo mas é mais arborizada veio a baixo. Em algumas partes do Centro, isso até é verdade. Mas no resto, parece mesmo é com Buenos Aires, mi querida ciudad. Bela: prédios antigos bem conservados, muitas árvores e lugares bem produzidos. O shopping Moinhos é micro, mas tem uma loja da Farm enorme, a quem interessar possa.
Jantamos, isso lá para as 23h, no famoso Ateliê de Massas. Super bem decorado, com uma variedade louca de antepastos e uma massa bem caseirinha. Recomendo.
Hoje a programação tem Fundação Iberê Camargo, mais Feira, passeio pela Padre Chagas, Sul Bazar, MARGS, cerveja na Cidade Baixa, Porão do Beco (onde Dodô vai discotecar) e mais o que puder acontecer.
Tô com muita preguiça de tirar as fotos da câmera, principalmente porque estou usando o mac do Dodô, e, como se sabe, acho mac um saco, então prefiro evitar a fadiga. Fotos só no Rio. Avisarei.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Diarinho Porto Alegre
Realmente, fiquei sem o meu PC aqui. O cabo não serve, como eu supunha. Estou usando o mac do Dodô e eu acho um saco usar mac. Serei sucinta.
Assim que el maridón llegó, fui com ele almoçar. Depois, fomos andar pela Feira. A Feira é bem grande e estruturada. Sinceramente, não se compara à Bienal do Livro. Achei bem melhor aqui. A Feira é anual, o que já denota o maior interesse dos gaúchos pela leitura, fica no Centro da cidade e é de graça. Ou seja, acesso fácil e verdadeiramente democrático. Uma pessoa vem várias ao evento tranquilamente. A praça é toda arborizada, o que faz o ambiente ficar ainda mais agradável. A variedade de livros e editoras é enorme. Enfim, a Feira dá de mil a zero na nossa Bienal. E adorei conhecer as meninas da produção.
Finalmente, deu-se meu encontro com o Guaíba. Devo dizer que é impressionante a distância entre as margens do rio. Especialmente para uma carioca que tem o Maracanã como referência de rio. Achei bonito e espero ansiosamente pelo por do sol, assim que o tempo deixar.
Passeamos um pouquinho pelo Centro e minha impressão de que as pessoas andam devagar, se fué. Prédios bonitos e várias fotos legais, que tô com preguiça de tirar da câmera agora. Mas, em breve.
Depois voltamos pro hotel pra descansar um pouco (afinal, tínhamos dormido umas de 3, 4 horas, nas duas noites anteriores) e finalmente fomos jantar com o querido amigo Hermes. Excelente papo e companhia. :-)
Hoje, acordei, me arrumei toda pra ir ver "as modas" no famoso bairro Moinhos de Vento e passear no Mercado Municipal, quando abro a janela e vejo: é O Dilúvio, com direito a raios e trovoadas. Uma pena. Missão adiada. Agora é descansar mais um pouco e esperar a chuva passar. Bem que o Hermes avisou que a previsão do tempo não era das melhores.
À tarde, Dodô vai participar de uma atividade da Feira.
Mais notícias em breve.
Assim que el maridón llegó, fui com ele almoçar. Depois, fomos andar pela Feira. A Feira é bem grande e estruturada. Sinceramente, não se compara à Bienal do Livro. Achei bem melhor aqui. A Feira é anual, o que já denota o maior interesse dos gaúchos pela leitura, fica no Centro da cidade e é de graça. Ou seja, acesso fácil e verdadeiramente democrático. Uma pessoa vem várias ao evento tranquilamente. A praça é toda arborizada, o que faz o ambiente ficar ainda mais agradável. A variedade de livros e editoras é enorme. Enfim, a Feira dá de mil a zero na nossa Bienal. E adorei conhecer as meninas da produção.
Finalmente, deu-se meu encontro com o Guaíba. Devo dizer que é impressionante a distância entre as margens do rio. Especialmente para uma carioca que tem o Maracanã como referência de rio. Achei bonito e espero ansiosamente pelo por do sol, assim que o tempo deixar.
Passeamos um pouquinho pelo Centro e minha impressão de que as pessoas andam devagar, se fué. Prédios bonitos e várias fotos legais, que tô com preguiça de tirar da câmera agora. Mas, em breve.
Depois voltamos pro hotel pra descansar um pouco (afinal, tínhamos dormido umas de 3, 4 horas, nas duas noites anteriores) e finalmente fomos jantar com o querido amigo Hermes. Excelente papo e companhia. :-)
Hoje, acordei, me arrumei toda pra ir ver "as modas" no famoso bairro Moinhos de Vento e passear no Mercado Municipal, quando abro a janela e vejo: é O Dilúvio, com direito a raios e trovoadas. Uma pena. Missão adiada. Agora é descansar mais um pouco e esperar a chuva passar. Bem que o Hermes avisou que a previsão do tempo não era das melhores.
À tarde, Dodô vai participar de uma atividade da Feira.
Mais notícias em breve.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Diarinho Porto Alegre
Reativei o blog só para poder postar daqui de Porto Alegre. E fazer o diarinho da viagem.
Cheguei no hotel às 11h, depois de um grande golpe de sorte (depois de tantos perrengues com passagem, eu merecia). Comprei minha passagem para um voo com escala (que era beeem mais barato) e acabei sendo transferida para um voo direto não sei porquê. Mas agradeço aos deuses já que com isso acabei chegando aqui até antes do previsto.
O taxista foi muito simpático, mas na medida. Gostei. Fiquei com a impressão de que o táxi aqui é mais caro do que no Rio, apesar de a bandeirada ser menor.
No hotel, arrumei as coisas e fui direto pro tal shopping que tem no anexo porque NECESSITAVA fazer as unhas (não consegui tempo de fazer no Rio e vim toda cutilenta e descascada pra cá).
Almocei, fiz as unhas no tal shopping e voltei pro café do hotel, porque o meu notebook, sei lá por que motivo não tem entrada pro cabo que me deram pra ligar na internet. Esperarei o maridón, para resolver isso, porque eu sou "uma hippie da informática". Enquanto isso, uso o cyber café.
Bom, minhas primeiras impressões são:
1. a cidade (só vi o caminho de carro do aeroporto até o Centro, posso mudar de opinião ainda) parece São Paulo, só que com muitas árvores bonitinhas e sem engarrafamento. Todavia não tive o tão esperado encontro com o Guaíba. Acho que isso será decisivo na minha impressão definitiva sobre a cidade.
2. As pessoas andam muuuuito devagar. Que agonia.
3. A manicure e o taxista foram simpáticos na medida e nada invasivos. Adorei. Quem dera no Rio fosse assim...
4. As mulheres todas andam mega maquiadas aqui. Até adolescentes almoçando no shopping, de uniforme e maquiagem pesada ao meio dia de uma quinta feira. E, sim, apesar (ou por causa) do excesso de maquiagem (na minha humilde opinião carioca) as gaúchas são realmente muito bonitas.
5. Tem vários argentino nesse hotel! Acho divertido! :-)
Claro que essas são só primeiras impressões de uma volta no shopping do hotel. Outras virão. E tô com boas expectativas. Porto Alegre promete!
Em breve, fotos!
Cheguei no hotel às 11h, depois de um grande golpe de sorte (depois de tantos perrengues com passagem, eu merecia). Comprei minha passagem para um voo com escala (que era beeem mais barato) e acabei sendo transferida para um voo direto não sei porquê. Mas agradeço aos deuses já que com isso acabei chegando aqui até antes do previsto.
O taxista foi muito simpático, mas na medida. Gostei. Fiquei com a impressão de que o táxi aqui é mais caro do que no Rio, apesar de a bandeirada ser menor.
No hotel, arrumei as coisas e fui direto pro tal shopping que tem no anexo porque NECESSITAVA fazer as unhas (não consegui tempo de fazer no Rio e vim toda cutilenta e descascada pra cá).
Almocei, fiz as unhas no tal shopping e voltei pro café do hotel, porque o meu notebook, sei lá por que motivo não tem entrada pro cabo que me deram pra ligar na internet. Esperarei o maridón, para resolver isso, porque eu sou "uma hippie da informática". Enquanto isso, uso o cyber café.
Bom, minhas primeiras impressões são:
1. a cidade (só vi o caminho de carro do aeroporto até o Centro, posso mudar de opinião ainda) parece São Paulo, só que com muitas árvores bonitinhas e sem engarrafamento. Todavia não tive o tão esperado encontro com o Guaíba. Acho que isso será decisivo na minha impressão definitiva sobre a cidade.
2. As pessoas andam muuuuito devagar. Que agonia.
3. A manicure e o taxista foram simpáticos na medida e nada invasivos. Adorei. Quem dera no Rio fosse assim...
4. As mulheres todas andam mega maquiadas aqui. Até adolescentes almoçando no shopping, de uniforme e maquiagem pesada ao meio dia de uma quinta feira. E, sim, apesar (ou por causa) do excesso de maquiagem (na minha humilde opinião carioca) as gaúchas são realmente muito bonitas.
5. Tem vários argentino nesse hotel! Acho divertido! :-)
Claro que essas são só primeiras impressões de uma volta no shopping do hotel. Outras virão. E tô com boas expectativas. Porto Alegre promete!
Em breve, fotos!
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quinta-feira, 6 de agosto de 2009
As minhas aventuras na academia

Esse é para vocês terem noção do tipo de pessoa que eu sou na academia. Eu costumo usar lá a mesma estratégia que usava na escola: entrar e sair sem falar com muita gente (excetuando-se aqueles que conseguiram ter saco e conquistaram minha amizade para todo o sempre, vide Rogério, Lia e Daniel, meus miguxos dessa época) e nunca dar muita bola pro que se passa ao meu redor. Antissocial (não é burrice, é acordo ortográfico)? Blasé? Não sei, sei que me poupava de ter que conviver com pessoas que eu considerava idiotas e, principalmente, de ser zoada por qualquer motivo, já que as pessoas deviam ter medo de mim, com aquela cara... Ok, aprendi a ser mais phyna no trato com os humanos em geral. Mas na academia, eu preciso voltar a agir desse jeito. E ainda conto com uma ajuda extraordinária: os fones de ouvido. Mesmo que eu nem esteja ouvindo música, ou que esteja dando para ouvir o que as pessoas estão falando, eu sempre finjo que tô super concentrada nas minhas musiquinhas. Tática de guerrilha.
Mas pra vocês terem a REAL noção do tipo de pessoa que eu sou na "cadmia", vou contar um resuminho do que aconteceu hoje.
Chego eu com uma sacola de papel higiênico, que tinha comprado antes no mercado (pra levar pra casa, evidentemente) e meus clássicos óculos escuros. Penduro minhas bolsas e vou pra bicicleta, lendo a Super Interessante e ouvindo música. 12 minutos depois e eu fingindo que tinha passado 25, saí da bicicleta me perguntando porque as pessoas passavam e me olhavam. Eu fiz todos os longos 12 minutos de óculos escuros! Lindo, muito lindo.
Tirei os óculos e fui "puxar ferro", com musiquinha, claro. Que me ajudava a não ouvir o interessantíssimo papo de umas pessoas que não sabiam o termo exato, "se esqueceram", para quando você quer tirar uma matéria do curso da faculdade atual que você já fez em outro (isenção, seria) e eu querendo rir, com tanta amplitude de vocabulário e conhecimento do próprio ambiente acadêmico.
Enfim. Sei que estava muito calor (o verão voltou) e eu fui parar um pouco debaixo do ventilador. Em 30 segundos, eu estava espirrando, claro. Sou totalmente alérgica e rinítica. E estava espirrando muito. As pessoas na paranoia da gripe suína, até olhavam, mas nada comentavam. Voltei pros exercícios e uns 10 minutos depois, outra menina começou a espirrar. E vários coleguinhas zoando, dizendo pra ela o que não não disseram pra mim: "é gripe suína? hahaha. Ih, porquinha, sai daqui". ¬¬
E ficamos então, com a moral da história de hoje: "A escola realmente nos prepara para a vida".
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Pra constar: devo dar uma sumida até a próxima sexta, porque estou com bastante trabalho. Mas na volta, voltamos com tudo.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Rumo aos 30

Daqui a pouco menos de um mês completo 27 anos. Tendo em vista que os 30 se aproximam e, segundo consta, eles são mais amigos das leis da física do que de nós, mujeres, comecei a tomar algumas medidas. A primeira: entrei numa academia. Nunca malhei na vida. Fiz apenas 2 anos de aulas de dança do ventre quando ainda era adolescente (ok, pode rir). Depois, nada vezes nada. Para completar, estou a léguas de distância de ter uma alimentação saudável (mas já comi pior, believe me). Acho que agora, o mínimo que faço é retribuir à natureza todos os 26 anos de moleza que ela me proporcionou. Academia! Malho aqui perto de casa. Na primeira semana, fui todos os dias (5 vezes). Na segunda, fui 3. Na terceira, não fui porque estava de férias. E essa (quarta) semana fui ontem e devo ir mais 2 outras vezes. Não gosto de academia, nunca gostei. Mas agora tenho tido (um pouco de) disciplina porque tô com medo de tudo cair antes da hora. Detesto fazer bicicleta. Mas tem que fazer, né? Então, fico lá 15 minutos e digo pro professor que foram 25. (certamente, meu corpo também acredita que eu fiz 25 minutos ao invés de 15. A-han) Já a musculação, faço com menos sofrimento e agora, tô começando a conseguir cumprir quase toda a carga de peso que me foi estipulada. Estava realmente muito fraca (e ainda estou), mas sinto que melhora a cada dia. Faço tudo com as musiquinhas que saem do meu celular berrando no ouvido, porque, né? não se sabe o que é pior: música ou papo de academia.
A segunda grande medida foi: creme para o rosto. Mais uma vez, aqui entra a benevolência da natureza com a minha pessoa. Nunca usei nada na pele, mal uso maquiagem quando saio (só rímel, lápis e batom, raramente sombra) e assumo: tenho muito nervoso de ficar com a sensação de pele melada. Mas, os tão assustadores 30 anos estão aí. E sei que em se tratando de pele o que a gente faz agora dá resultados muito válidos lá na frente. Assim sendo, comprei esse creme, que está na foto que abre o post. Ele é indicado para quem tem mais de 25 anos e promete ajudar a criar novas células e rejuvenescer a pele. Usei ontem, só. Achei que a textura da pele ficou como se eu tivesse passado protetor solar, um pouco pegajosa. Mas é só na hora de dormir, então dá pra aguentar. O duro meeeesmo é ter disciplina de passar esse troço sempre. Porque sempre tem aquele dia em que a gente dorme vendo TV, que chega bêbada em casa, etc, etc... Veremos. Daqui a um mês, eu conto como foi e se está dando algum resultado.
Oui, Oui

Quase desisti de fazer um post pra esse bar a que fomos no sábado, comemorar o aniversário de uma amiga. O Oui Oui não tem site, mal tem informações na internet (apesar de já ter lido bastante coisas em jornais impressos), não tem fotos e, assim, o maior trunfo do lugar, que é a decoração, se perde. (A única página relevante sobre o lugar é esta, da RioShow e eu discordo praticamente de tudo o que disseram. :-p)
Mas mudei de ideia, porque achei que algumas pessoas pudessem gostar. Minhas considerações, afinal:
o lugar é LINDO. A decoração é, sinceramente, das mais bonitas que já vi. Dois salões super retrô: o primeiro todo em art déco e o segundo tem uma vibe 60's. Adorei.
O atendimento foi bastante atencioso e cordial. Excetuando-se o fato de que um garçom me indicou uma caipivodka de LIMA (sendo que eu pedi a sugestão deixando claro que eu não gosto de frutas, queria alguma coisa que não tivesse um gosto muito forte. E ele me manda beber um troço que mais parece perfume. Antes tivesse tomado a de limão, mesmo) e, mesmo vendo que eu não consegui tomar mais do que 3 goles, não teve a iniciativa de perguntar se eu queria trocar o drink. E também uma pequena discussão sobre horário e fechamento de mesa entre dois funcionários que não estavam de uniforme (presumo que sejam gerentes ou mesmo sócios) na minha frente (cliente), enquanto eu fumava na área externa. Nada disso é muito grave, claro. Mas são pontos a ser observados.
E, o principal: os comes e bebes. O Oui Oui se propõe a ser como um bar de tapas, já que tudo vem servido em porções bem pequenas. E realmente é uma proposta legal: você pode experimentar mais de uma opção sem dor na consciência. Tudo parece muito gostoso. Pedimos dois pratos. A frigideira de batatas com bacon estava di-vi-na. A batata sequinha, crocante por fora, macia por dentro. Agora, nossa segunda opção, explica a foto do wafer aí em cima e me fez chorar de tristeza: filé mignon ao capim limão. Eram 4 pedaços de wafer de limão em formato de carne. Sério. Eu vi que tinha carne ali, eu estava comendo carne. Mas o gosto dela não sei pra onde foi. Era limão puro. E ó que eu a-do-ro esse biscoito da foto. Quanto às bebidas: uma longuíssima e excelente carta de bebidas, mas a um preço realmente salgado. Uma capivodka custava quase R$13,00 (e eu ainda bebi de LIMA, ecat), por exemplo.
Mas não pensem que não gostei. Acho que minhas frustrações com a caipivodka e a carne foram por culpa de más escolhas minhas (houve um amigo que gostou do filé, mas ele tem aquela mania pentelha de achar que comida boa é comida "diferente". Qualquer dia vai comer biscoito de limão com gosto de filé mignon e achar "gourmet"). Vários outros pratos pareceram muito gostosos e tinha muitas opções de bebidas. O lugar é LINDO e pretendo voltar pra tentar ser mais feliz nas minhas escolhas gastronômicas.
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Férias no Rio - parte 2

Conforme prometido: a parte final das nossas férias. Além da farra gastronômica, Dodô queria muito pular de paraquedas mas não conseguiu por causa do mau tempo. Eu nem me meto com essas coisas, porque fumo e bebo o suficiente para considerar que pratico esportes radicais com frequência. É provável que ele faça isso esses dias.
O resto foi hotel. Passamos um dia num hotel aqui perto de casa, mesmo. Mas vou dizer que foi ótimo. Sauna pra ele, internet pra mim (oh, I'm addicted). E o melhor: refeições sem ter que lavar a louça, arrumar a casa, lavar toalha... Um descanso às vezes cai bem, né? Acho que todo mundo que fica de férias deveria fazer isso um dia. Não sai tão caro e proporciona um "relax" absoluto. Ficadica: procure um hotel perto da sua casa e seja feliz!
domingo, 2 de agosto de 2009
Pra melhorar um pouco o domingo

Que eu tenho um bode eterno de domingos, isso é sabido. Que eu evito sair de casa aos domingos, também. E aí, enquanto Dodô assiste ao 24 Horas (por que essa fascinação masculina coletiva com o Jack Bauer, né?), estou bisbilhotando o site The Selby. Muitos já devem conhecer, mas com certeza outros tantos não conhecem. Então, acho que vale um post.
O Selby, é o site onde Todd Selby disponibiliza fotos de "pessoas interessantes e seus espaços criativos". Na época em que estávamos nos mudando (em janeiro desse ano), visitávamos muito o site para coletar ideias bacanas de decoração para o nosso novo lar, doce lar. Adorava ver as fotos de paredes cheias de quadros, como a que temos na nossa sala, mas não gostava (e continuo sem gostar) dessa ondinha de toy art.
Hit do site, as fotos da casa de Michael Stipe são uma excelente forma de começar a se aventurar por lá. (uma delas é a foto que abre esse post)
Você ainda pode comprar o livro com as fotos e aquarelas (cada ensaio é ilustrado com uma aquarela dos personagens) parisienses ou o
poster com um mix das imagens do site, feito pelo Jonathan Zawada.
Então, está esperando o que pra tentar dar uma animadinha no seu fim de domingo? Vai lá!
UPDATE:
Uma foto da nossa parede da sala:

Mais fotos do nosso lar, doce lar no meu flickr e no flickr do Dodô
sábado, 1 de agosto de 2009
Brigadeirão de microondas
Já que estou sozinha em casa, vendo os programas ma-ra-vi-lho-sos do Discovery Home & Health (neste momento está no ar "Jon & Kate + 8"),nada melhor do que uma super comfort food: brigadeirão de microondas!
Ingredientes:
- 1 lata de leite condensado
- 1 caixa de creme de leite
- 4 colheres de sopa bem cheias de achocolatado em pó (eu uso Nescau)
- 3 ovos (com a casca lavada para evitar salmonella, please)
- 1 colher de sopa de manteiga
- chocolate granulado
Modo de fazer:
Coloque todos os ingredientes (menos o granulado) no liquidificador e bata até ficar homogêneo. Unte um refratário de pudim com margarina e coloque a mistura dentro dele. Leve o refratário ao microondas por 9 minutos. Caso goste dele mais molinho, coloque menos tempo, e se quiser mais consistente, aumente o tempo no forno. Desenforme num tabuleiro adequado e coloque o granulado em cima. Espere esfriar um pouco e coloque na geladeira. Mas, claro, nada impede que você já vá comendo mesmo ainda estando quente. Comfort food não pode ter regras. ;-)
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sexta-feira, 31 de julho de 2009
Férias no Rio - parte 1
Como já falei por aqui, tiramos férias de uma semana no Rio, mesmo. Infelizmente, estamos sem nossa câmera digital, então, estou colocando fotos dos sites.

Começamos no Zuka. E ele foi alçado ao posto de meu restaurante preferido. Decoração moderna mas aconchegante, atendimento eficiente e comida perfeita a preço justo. Começamos com o "Zuka na Pedra" (espetinhos de shitake, palmito, queijo coalho, camarão, polvo, kafta, batata com tomate e linguicinhas). Depois Dodô foi de Ceviche e eu de Filé Mignon com Cebola Caramelada. De sobremesa, sorvete super cremoso de tapioca. Acho que foi a melhor refeição que já fiz num restaurante brasileiro (porque a melhor de todas considero o Lomo al Malbec con Zanahorias Salteadas, do La Ochava, de Buenos Aires).
Nossa segunda aventura foi no Antiquarius. Eu, que estava sem fome (heresia das heresias), fiquei apenas no couvert (que é bem servido, mas nada extraordinário). Dodô comeu Lagosta com Arroz de Passas e Couve na Manteiga. O lugar é muito bonito, decoração super clássica, o atendimento é extremamete solícito, comida gostosa, mas achei, sinceramente, que não vale o preço que cobra, apesar de entender porque é tão caro.
No dia seguinte, Porcão Rio's.
Acho que nem preciso comentar muito. A vista é divina (e fez um dia lindo), o atendimento é muito bom, a carne está sempre muito gostosa, no ponto certo, e o buffet é bastante variado. Vale muito a pena, apesar de o preço ser um pouquinho salgado para uma moça que não come tanto. :-p
No dia seguinte, começou a chover e resolvemos pedir em casa, mesmo, a Feijoada do Bar Casa Brasil (eles não têm site), que fica na Praça São Salvador e do qual somos frequentadores assíduos. Ele era um grande "pé-sujão" e virou um "pé-limpão" após a recente reforma. Como disse, frequentamos muito o lugar. E vale a pena. O chopp de lá é muito bem tirado, atendimento camarada e os petiscos são muito bons. Aliás, estou indo pra lá agora encontrar amigos. See ya!

Começamos no Zuka. E ele foi alçado ao posto de meu restaurante preferido. Decoração moderna mas aconchegante, atendimento eficiente e comida perfeita a preço justo. Começamos com o "Zuka na Pedra" (espetinhos de shitake, palmito, queijo coalho, camarão, polvo, kafta, batata com tomate e linguicinhas). Depois Dodô foi de Ceviche e eu de Filé Mignon com Cebola Caramelada. De sobremesa, sorvete super cremoso de tapioca. Acho que foi a melhor refeição que já fiz num restaurante brasileiro (porque a melhor de todas considero o Lomo al Malbec con Zanahorias Salteadas, do La Ochava, de Buenos Aires).
Nossa segunda aventura foi no Antiquarius. Eu, que estava sem fome (heresia das heresias), fiquei apenas no couvert (que é bem servido, mas nada extraordinário). Dodô comeu Lagosta com Arroz de Passas e Couve na Manteiga. O lugar é muito bonito, decoração super clássica, o atendimento é extremamete solícito, comida gostosa, mas achei, sinceramente, que não vale o preço que cobra, apesar de entender porque é tão caro.
No dia seguinte, Porcão Rio's.

Acho que nem preciso comentar muito. A vista é divina (e fez um dia lindo), o atendimento é muito bom, a carne está sempre muito gostosa, no ponto certo, e o buffet é bastante variado. Vale muito a pena, apesar de o preço ser um pouquinho salgado para uma moça que não come tanto. :-p
No dia seguinte, começou a chover e resolvemos pedir em casa, mesmo, a Feijoada do Bar Casa Brasil (eles não têm site), que fica na Praça São Salvador e do qual somos frequentadores assíduos. Ele era um grande "pé-sujão" e virou um "pé-limpão" após a recente reforma. Como disse, frequentamos muito o lugar. E vale a pena. O chopp de lá é muito bem tirado, atendimento camarada e os petiscos são muito bons. Aliás, estou indo pra lá agora encontrar amigos. See ya!
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terça-feira, 28 de julho de 2009
Ele não para de falar

Em nosso primeiro dia de férias no Rio, assistimos ao documentário "Coração Vagabundo". Como é sabido, sou uma pessoa que implica com Caetano Veloso. Ou melhor, era. Depois do filme, confesso, fiquei mais simpática a sua persona.
A primeira pessoa que aparece no filme, não à toa, é Paula Lavigne. Chamando e dando autorização para a câmera adentrar o cômodo onde Caetano está nu (nudez tão breve e distante que não choca nem uma irmã carmelita). Metáfora fácil para o que se segue: um Caetano desnudo aos olhos do espectador, mas sempre sob a supervisão de Paula. Ali fica nítido que é ela quem "põe ordem na casa". Na cena em que ela, se despedindo de Caetano, fala repetidas vezes para que ele não esqueça de levar as próprias chaves consigo quando sair, não consegui deixar de me identificar. Todos sabemos, afinal, como homens criativos, em maior ou menor grau, necessitam de mulheres com senso prático por perto. Opostos que mais do que se atrair, se complementam e completam. (e não me chamem de machista, se quiserem invertam os papéis: uma mulher criativa precisa também de um homem pé-no-chão)
O filme acompanha a turnê do Foreign Sound e mostra Caetano, as foreign as his songs, caminhando e falando pelas cidades por onde passa. Apesar da chatíssima e tremida câmera na mão, belas imagens saem dessas conversas. O som também, nessas cenas, em muitos momentos deixa a desejar. Uma pena.
Há também cenas de shows. Num backstage, Caetano diz que está preocupado com sua voz, que precisa ficar calado para se apresentar. No entanto, começa a dizer que o documentário ficará parecido com um filme de Bergman, um homem em silêncio, com uma parede ao fundo. E começa a divagar sobre cinema, lembra-se então de Antonioni e aí surge o momento mais delicado do filme: a emoção do cineasta revendo um trecho de seu próprio filme, descrito por Caetano, e se emocionando. (Amo Antonioni, diretor de 2 de meus 5 filmes preferidos)
O depoimento de Almodóvar sobre o cantor também é especial. E ainda melhora quando Caetano depois o complementa, falando sobre a magia que envolve sua persona, que nada mais é do que aquilo que se mostra ali: um homem simples, divertido, leve, um cara que viveu em Santo Amaro até os 18 anos. Nada perto do cantor agudo de Cucurrucucu Paloma.
A imagem que ilustra o post é de quando Caetano diz que está triste da sua vida pessoal e não quer falar disso. E eu digo: até em silêncio, Caetano fala.
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segunda-feira, 27 de julho de 2009
O Rio de Janeiro é nossooo!!!
Eu acabo de entregar meu copi pra editora e como o maridão tirou uma semaninha de férias, vamos passá-la turistando no Rio. Hoje, primeiro dia das férias dele, aproveitamos para resolver aquelas coisinhas chatinhas que sempre ficam pra depois. Furamos parede, trocamos torneira, essas coisas. E fomos ao cinema, o que será tema do próximo post.
Os próximos dias serão de passeio no Leblon, no Centro e visita a restaurantes pela cidade. O Rio de Janeiro sempre tem alguma coisa legal a nossa espera. Descobriremos o quê, nesta semana.
Os próximos dias serão de passeio no Leblon, no Centro e visita a restaurantes pela cidade. O Rio de Janeiro sempre tem alguma coisa legal a nossa espera. Descobriremos o quê, nesta semana.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Frango à (quase) baiana
A foto não ficou muito legal (quase me esqueci de tirar). Mas sempre que faço essa receita todo mundo adora. Ontem teve um jantarzinho com um casal de amigos aqui em casa e não foi diferente. Todos repetiram. E o melhor: ela é bem simples e rápida de fazer (em torno de uma hora só). Vamos lá!
Ingredientes:
- 1,2 kg de filé de peito de frango
- 2 tabletes de caldo de galinha
- 1 lata de tomate pelado*
- 1 cebola média
- 2 dentes de alho
- azeite
- sal
- açúcar
- 1 lata de milho verde
- 1 sachê de 250g de Catupiry
- 100g de queijo parmesão ralado em tiras
Modo de preparo:
Em uma panela grande, coloque 2 litros de água para ferver. Quando ferver, dissolva os 2 tabletes de caldo de galinha e coloque os filés de frango limpos (em alguns mercados vendem já vendem assim). Deixe cozinhando, sem tampar a panela, em fogo alto por 25 minutos.
Enquanto isso, vá cortando a cebola em cubinhos* ou do jeito que você souber, desde que os pedaços sejam pequenos. E descasque e amasse o alho*. Reserve os dois.
Abra a sua lata de tomate pelado e corte os mesmos em pedaços pequenos, juntando o caldo da lata ao final. Reserve também.
Tire o frango da água, espere esfriar um pouquinho pra não queimar a mão, e desfie*. Reserve.
Pegue uma panela média, cubra seu fundo com uma camada fina de azeite, e coloque no fogo baixo pra esquentar um pouco, jogue a cebola e refogue até ela amolecer um pouco. Junte o alho e refogue mais um pouquinho, sem deixar que ele frite. Coloque o tomate pelado e o caldo todo na panela, misture bem e prove. Aí você vai sentir o quanto precisa colocar de sal e açúcar pra ficar do seu gosto. Coloque sal e açúcar a gosto (eu coloquei 1 colher de chá rasa de sal e 3 colheres de sopa rasas de açúcar, mas fica a seu critério, vá provando e colocado um de cada vez, aos poucos para não exagerar, mesmo porque cada lata de tomate vem com um nível de acidez diferente.). Junte o milho verde, o frango desfiado, misture e deixe cozinhando por uns 5 minutos, com a tampa aberta, mexendo de vez em quando.
Coloque tudo num pirex, espalhe um fio de azeite por cima dele todo, e cubra com o catupiry e o queijo ralado. Leve ao forno pré-aquecido a 280º (alto) por 20 minutos, ou até que fique gratinado ao seu gosto.
Pronto!
Rendimento: 6 pessoas
* em breve um post com dicas sobre o assunto e outras coisas básicas de cozinha para inciantes.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Alice

Hoje foi divulgado o primeiro teaser do "Alice no País das Maravilhas", do Tim Burton. No Youtube tinha, mas eles já tiraram do ar e estão tirando do ar toda vez que alguém sobe o vídeo, então fica esse link pro Uol.
"Alice no País das Maravilhas" era o meu desenho animado preferido da Disney quando eu era criança. Quando li o livro, já era adolescente e também adorei. Meu livro está todo sublinhadinho, cheio de anotações sobre trechos, muito engraçado reler essas coisas hoje em dia... Como eu era boba (e que bom!).
(Outra produção da Disney que amo é Mary Poppins. Mas esse não está sendo refilmado por ninguém, ao menos por hora)
Depois de ver o teaser eu fiquei ainda mais curiosa pra ver o filme. Tenho certeza que vou adorar, mesmo achando que ele está um pouco mais aterrorizante do que o que eu gostaria de ver. Sou uma moça sensível, afinal. :-p
Chega logo, 2010!
UPDATE: Meu querido Du, agora em versão brasiliense, indicou um tumblr maravilhoso: cliquem. Adorei!
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terça-feira, 21 de julho de 2009
Iniciando os trabalhos
Esse deve ser o quê? O quinto blog que tenho? Provável. Espero que esse dure mais que os outros, porque realmente acho a ideia (sim, já estou no novo acordo ortográfico, ou pelo menos tentando estar) simpática.
A ideia surgiu de tanto eu ouvir pessoas me dizendo: "Jura que você cozinha? Gosta de cuidar da casa? Fica batendo perna em shopping? Não acredito!!! Mas você não tem a menor cara de gosta dessas coisas de 'mulherzinha'!". Sempre me perguntei o porquê de as pessoas acharem isso. É porque eu tenho várias tatuagens? Ou será porque quando sento num bar meu fígado se comporta praticamente como o de um beatnik? Porque comecei a trabalhar e fui morar sozinha aos 19 anos? Talvez porque eu fale palavrão demais? Ou porque sou formada em cinema e meninas que fazem cinema são modernas demais pra se dedicarem a "afazeres domésticos"? Bom, eu ainda não descobri o motivo, e resolvi que não quero mais descobrir. Mas resolvi que vou fazer um blog. Um blog pra falar de todas essas coisas que ninguém acredita que nós, mulheres modernas façamos e gostemos de fazer e otras cositas más también, claro, porque muita limitaçãozinha não é comigo.
Então, muito prazer, meu nome é Danielle, tenho 26 anos (quase 27), sou produtora, formada em Cinema, copidesque, revisora, estou (re)fazendo faculdade de Letras (inglês dessa vez). Sou casada com um homem maravilhoso, gosto de cozinhar, cuidar da nossa casa e nossa gatinha, a Ana e apreciar uma boa vodka de vez em quando. Até breve!
A ideia surgiu de tanto eu ouvir pessoas me dizendo: "Jura que você cozinha? Gosta de cuidar da casa? Fica batendo perna em shopping? Não acredito!!! Mas você não tem a menor cara de gosta dessas coisas de 'mulherzinha'!". Sempre me perguntei o porquê de as pessoas acharem isso. É porque eu tenho várias tatuagens? Ou será porque quando sento num bar meu fígado se comporta praticamente como o de um beatnik? Porque comecei a trabalhar e fui morar sozinha aos 19 anos? Talvez porque eu fale palavrão demais? Ou porque sou formada em cinema e meninas que fazem cinema são modernas demais pra se dedicarem a "afazeres domésticos"? Bom, eu ainda não descobri o motivo, e resolvi que não quero mais descobrir. Mas resolvi que vou fazer um blog. Um blog pra falar de todas essas coisas que ninguém acredita que nós, mulheres modernas façamos e gostemos de fazer e otras cositas más también, claro, porque muita limitaçãozinha não é comigo.
Então, muito prazer, meu nome é Danielle, tenho 26 anos (quase 27), sou produtora, formada em Cinema, copidesque, revisora, estou (re)fazendo faculdade de Letras (inglês dessa vez). Sou casada com um homem maravilhoso, gosto de cozinhar, cuidar da nossa casa e nossa gatinha, a Ana e apreciar uma boa vodka de vez em quando. Até breve!
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